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Torpedos – 09/01/2014

08/01/2014 23h27 - Atualizado há 13 anos Publicado por: Redação
Torpedos – 09/01/2014

Flores e espinhos

 

Em pedido feito pela vereadora Cidinha à Prefeitura, ela sugeriu que a secretaria de Habitação e Desenvolvimento Urbano refizesse o canteiro da Praça Brasil onde estava instalada a locomotiva na Vila Nery. Em resposta, o departamento afirmou que não tem verba para restaurar o passeio, plantar flores e recuperar o gramado.

 

Flores e espinhos II

A resposta deixa no ar constrangimento para uma cidade que tem um orçamento previsto em R$ 643,9 milhões para ser executado em 2014. Quanto custaria aos cofres públicos a reestruturação de uma praça?

Fica no ar o que a Cidinha irá falar para a vizinhança da Praça Brasil a partir de agora.

 

Só espinho

Na resposta da Prefeitura à solicitação da vereadora, ficou-se sabendo que a secretaria de Habitação tem um departamento de áreas verdes. Deve ser o mesmo órgão público que está mantendo o mato alto nos canteiros e praças públicas. Esse mato alto é pauta em todos os veículos de comunicação diante de tantas reclamações da população.

 

Lamentável

A EPTV na tarde de ontem usou um bloco inteiro do seu telejornal para expor as denúncias de moradores reclamando dos bichos peçonhentos que saem dos terrenos e praças com mato alto. Em uma das casas que ficam próximas ao Cemitério Nossa Senhora do Carmo, a dona Dirce recolheu nove escorpiões para mostrar a infestação provocada pelo abandono do entorno. Lamentável!

 

Na rede

O vereador Roselei Françoso (PT) postou na sua página na rede social uma foto que mostra o mato do canteiro central da avenida José Renato Andrade invadindo o asfalto. Nos comentários da postagem, um cidadão de São Carlos afirmou que o governo Altomani está revigorando o Habitat. “Logo teremos jaguatiricas e quem sabe onças pintadas”, disse.

 

O cargo

Na conversa de pé de ouvido com o vereador Paulo Fernando Taú (PSDB), que é suplente do Júlio César Pereira de Souza (DEM) na Câmara, se sabe que não há definição da data que irá perder o seu mandato de suplente. Nas entrelinhas, tudo indica que Júlio César fique como secretário de Planejamento e Gestão até 4 de abril, prazo máximo para se descompatibilizar do Executivo.

 

O cargo II

Taú deixou escapar que espera ser convidado pelo governo Paulo Altomani (PSDB) para assumir uma função na Prefeitura. Sugeriu, inclusive, que ficasse como secretário interino de Planejamento e Gestão no período da campanha de deputado estadual de Júlio.

 

O cargo III

Sem meias palavras, Taú já se colocou como o cabo eleitoral número um de Júlio César. Claro, caso Júlio seja eleito deputado, Taú assume definitivamente a vaga de vereador. Nessa de cabo eleitoral, Taú já afirmou que até a sua mãe, que tem 74 anos, irá votar em Júlio em outubro.

 

Na briga

A bancada do PT na Câmara não vai deixar barato e promete chamar os servidores do Saae para a briga contra a possível privatização da autarquia. O vereador Lineu Navarro (PT) disse que já existe inclusive um pedido à Mesa Diretora da Casa para uma Audiência Pública para debater o assunto.

 

Na briga II

Navarro foi contundente ao afirmar que mesmo velada, a possibilidade de privatização do Saae é moeda corrente nos gabinetes do alto escalão da Prefeitura. “A única forma de conter essa proposta é chamar os servidores para a briga, assim seremos muitos contra alguns”, disse.

 

No gramado

O time do São Carlos parece ter mais chances de passar para a segunda fase da Copinha do que o Palmeiras. Ele joga pelo empate já que faz uma campanha melhor que a equipe alviverde. Seria de bom tom o são-carlense, torcedor ou não, prestigiar a equipe da casa.

 

No ar

A companhia aérea Azul anunciou que as tarifas aéreas que irá oferecer durante os 31 dias da Copa do Mundo deste ano terão teto de R$ 999. A empresa, que detém 17% do mercado aéreo brasileiro, assimila proposta apresentada pelo presidente da Embratur, Flávio Dino, que elogiou a decisão.

 

No Ar II

 

O presidente da Embratur pediu às outras empresas aéreas que operam no Brasil que adotem a mesma medida, como já havia proposto em reunião com o setor. Em ofício à Secretaria de Aviação Civil, datado de 26 de fevereiro de 2013, Dino propôs pela primeira vez a adoção de um limite para as tarifas. 

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