Inglaterra está relaxada e se entende, diz Rooney
Invicta na Euro2012, aseleção inglesa se sente mais relaxada e confiante com o novo técnico Roy Hodgson porque ele é inglês e nada “se perde na tradução”, disse o atacante Wayne Rooney neste domingo, 17.
Em sua primeira aparição em uma coletiva de imprensa na sala de imprensa da Inglaterra, o pé-quente Rooney confirmou estar em plena forma, aliviado por estar disponível após uma suspensão de duas partidas e despreocupado por ter que encarar uma torcida ucriana hostil em Donetsk na terça-feira.
“Estivemos em muitos estádios em todo o mundo e tivemos que lidar com um clima pesado em muitas ocasiões”, disse. “Acho que somos grandes e experientes o suficiente para lidar com isso”.
A Inglaterra precisa de um empate em seu último jogo no Grupo D contra os co-anfitriões para chegar às quartas de final.
“Se estamos nos sentindo mais relaxados do que na Copa do Mundo?”, declarou Rooney. “Sim, diria que sim… ajuda que a equipe técnica seja inglesa e nada “se perca na tradução”.
“Todos nós entendemos o que o treinador quer”.
s comentários de Rooney foram um lembrete da atmosfera muito mais tensa no esquadrão inglês sob o comando do ex-técnico Fabio Capello, que se demitiu em fevereiro.
O italiano escolheu um centro esportivo afastado e espartano perto de Rustenburgo como sede da Inglaterra no Mundial da África do Sul de 2010 e criou um ambiente estéril, parcialmente culpado pelos desempenhos pífios que culminaram na derrota de 4 x 1 para a Alemanha.
Capello, cercado por uma falange de quatro assistentes italianos que ajudavam com a tradução, insistiu em um programa preparatório árduo durante o torneio.
Rooney afirmou que o estilo de Hodgson é bem mais suave para os jogadores.
“Estamos tendo muito mais descanso, tempo livre”, declarou, acrescentando que isso lhes permite sair do torneio e esquecer o futebol quando querem.
O combinado inglês está hospedado em um dos hotéis mais confortáveis de Cracóvia.
“Ele também entende o que queremos”, disse Rooney, que tem evitado qualquer tentação que o poderia ter levado a aparecer em um dos tablóides londrinos por razões sem ligação com o esporte.
O meia-atacante admitiu que foi duro assistir às duas primeiras partidas contra França e Suécia.
“É muito mais difícil ver esses jogos do que jogá-los”, disse. “Se você está sentado nas arquibancadas não há nada que possa fazer, mas se estiver no campo pode tentar mudar o jogo”.



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