Serviços atingem maior patamar desde novembro de 2015
Resultado representa 4ª taxa positiva seguida, período em que acumulou ganho de 49,1%; segmento ainda opera 20,8% aquém de fevereiro de 2020

O setor de serviços teve um crescimento de 0,5% em volume na passagem de julho para agosto deste ano. Foi a quinta alta consecutiva do indicador, que atingiu o maior nível desde novembro de 2015.
Segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada no Rio de Janeiro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor acumula alta de 6,5% em cinco meses e encontra-se 4,6% acima do patamar de fevereiro de 2020, ou seja, do período pré-pandemia de covid-19.
O volume de serviços também se expandiu na comparação com agosto do ano passado (16,7%), no acumulado do ano (11,5%) e no acumulado de 12 meses (5,1%).
EXPANSÃO – Quatro das cinco atividades de serviços tiveram alta de julho para agosto: informação e comunicação (1,2%), transportes (1,1%), serviços prestados às famílias (4,1%) e outros serviços (1,5%). A única queda veio dos serviços profissionais, administrativos e complementares, que recuaram 0,4% no período.
A receita nominal dos serviços teve altas de 1% na comparação com julho deste ano, de 20,7% em relação a agosto de 2020, de 13,5% no acumulado do ano e de 6,6% no acumulado de 12 meses.
TURISMO – Na passagem de julho para agosto, oito das 12 unidades da federação pesquisadas tiveram expansão, com destaque para São Paulo (4,9%), Minas Gerais (4,7%), Goiás (8,8%) e Paraná (5,4%). O Rio de Janeiro (-1,1%) teve o resultado negativo mais intenso.
Na comparação com agosto de 2020, o índice de volume de atividades turísticas no Brasil teve alta de 53,8% em agosto de 2021, impulsionado pelo setor de transporte aéreo, hotéis, restaurantes, rodoviário coletivo de passageiros, serviços de bufê, agências de viagens e locação de automóveis.
O resultado representa a quarta taxa positiva consecutiva, período em que acumulou um ganho de 49,1%. O segmento ainda opera 20,8% aquém do patamar de fevereiro de 2020, no pré-pandemia.
Todas as 12 unidades da federação investigadas registraram crescimento, sendo os desempenhos mais relevantes registrados em São Paulo (38,8%), Minas Gerais (66,6%), Bahia (151,2%), Rio de Janeiro (29,7%) e Pernambuco (118,8%).



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