Banda instrumental Liquidus Ambiento faz show em São Carlos
Apresentando um show com base em ambientações ou atmosferas sonoras, a banda instrumental Liquidus Ambiento traz nesta quinta-feira, 25, um show repleto de riffs de guitarra, arranjos de saxofone barítono, trompete e trombone, melodias cristalinas de sitar e flauta, linhas graves de baixo, são somados à leveza de uma bateria acústica e vibrafone com referências jazzísticas. Será no Sesc São Carlos a partir das 20h.
O músico e produtor, integrante da banda, Máster San, conta como é o trabalho da Liquidus Ambiento e explica que o som é imersivo musicalmente e espiritual. “Nosso grupo trabalha em várias frentes atualmente. No fim do tour do álbum de estreia, ‘Liquidus Ambiento’, lançado em 2009. Na pré-produção do próximo álbum com produção musical de Sergio Soffiati da ‘Orquestra Brasileira de Musica Jamaicana’ e no processo de produção de LIVE Performances com o coletivo Áudio Visual LABORG/Osmos”.
San completa: “A característica principal é trazer o que há de mais agradável aos ouvidos, harmonia, groove e principalmente uma interação maior com o público em torno das músicas. Resumindo, fazê-los dançar, pois a síntese musical do grupo é instrumental. Diferentemente do processo inicial que era groove também, mas mais voltado a ambientes de lucidez e relaxamento como os chill-out’s. Estamos transformando esse ambiente em uma pista de dança, mas sem abrir mão daquilo que mais nos eleva: tocar com a máxima das emoções e transmitir nitidamente isto ao público”.
A Liquidus Ambiento é formada por Máster San, Gil Duarte, Elias, Asnésio Bosnic, Felipe ‘Pipeta’, Beto Montag, Lello Bezerra e Heitor Matos. Influenciados pelo Dub, Nu, Jazz, Trip Hop, DownTempo, afro Beat e Funk, San diz que os músicos possuem muitas referencias e influencias musicais.
“Ouvimos muitas coisas. Por exemplo, o Gil Duarte e eu difundimos um pouco mais os ritmos da África, referência como Fela Kuti, mas, não muito distantes disto, têm o lado e a influência do Trip-Hop, Massive Attack e Trick. Beto Montag traz referências do funk, soul e jazz no vibra fone. Felipe, com seu trompete, é o cara do Ska que soma junto com o Asnésio com seu Baritono nossa locomotiva, dando peso e swing as guitarradas e Riffs de Lello Bezerra. Heitor Matos com seu sitar traz leveza a esse turbilhão de sonoridades sobre os olhos de Ravi e Anoushka Shankar. Nesta atmosfera sonora, a manipulação do DuB é presente a vários instantes. Um som evidentemente original e dançante nas mais diferente formas”.



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