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Laudo aponta morte de homem foi síndrome de Waterhouse-Friderichsen

06/11/2012 23h42 - Atualizado há 13 anos Publicado por: Redação
Laudo aponta morte de homem foi síndrome de Waterhouse-Friderichsen

A reportagem do jornalpp, manteve contato durante a tarde desta terça-feira, 6, com o médico Márcio Gomes, diretor das UPAs e do Samu da Secretaria Municipal da Saúde.

 

Segundo ele Wanderley Plaine, que morreu na noite da segunda-feira, 5, na Santa Casa após passar pelo Samu, teve atendimento necessário na unidade da Vila Prado e que o médico que fez o acompanhamento do paciente agiu corretamente. Gomes detalhou todo o atendimento que foi dado a Wanderley dentro da UPA, fornecendo inclusive os horários dos procedimentos.

No final da tarde desta terça-feira o SVO (Serviço de Verificação de Óbito) de Américo Brasiliense divulgou o resultado preliminar dos exames feitos em Wanderley. O laudo aponta que ele morreu em decorrência da síndrome de Waterhouse-Friderichsen.

Amostras do tecido (biópsia) da vítima foram enviadas para o Instituto Adolfo Lutz em São Paulo para serem melhores examinadas. Como precaução a Vigilância Epidemiológica de São Carlos já fez a administração de antibióticos (quimioprofilaxia) em sete pessoas da família da vítima.

 

O QUE É – A Síndrome de Waterhouse-Friderichsen ou adrenalite hemorrágica é uma doença das glândulas adrenais (ou supra-renais) classicamente relacionada à bactéria Neisseria meningitidis e mais comumente causada pela bactéria Gram negativa Pseudomonas aeruginosa.

Trata-se de quadro dramático, caracterizado em sua forma clássica por hemorragia maciça de uma ou (mais comumente) ambas adrenais com consequente necrose, hipotensão arterial, choque, coagulação intravascular disseminada, púrpura rapidamente progressiva e insuficiência adrenal aguda.

O tratamento é realizado com administração precoce de antibioticoterapia (benzilpenicilina, ceftriaxona, Vancomicina, Cefepime), abordagem da sepse grave e choque séptico com infusão de volume e, posteriormente, aminas vasopressoras e utilização de corticoesteróides no manejo da insuficiência adrenal.

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