Giba demonstra confiança na volta às quadras
A cirurgia na tíbia esquerda foi bem sucedida e, nesta terça-feira, 14), menos de 24 horas depois, o ponteiro da seleção brasileira masculina de vôlei e da Cimed/SKY, Giba, se diz pronto para iniciar o projeto olímpico. A meta é estar nos Jogos Olímpicos de Londres, de 27 de julho a dois de agosto. E, para isso, passar pelo processo cirúrgico nesta segunda-feira, 13, com o médico da seleção brasileira, Ney Pecegueiro, foi a melhor opção.
“A partir de hoje (terça-feira), estou em um projeto olímpico. Vou me cuidar completamente e fazer o que for necessário para estar bem lá. Estou com a cabeça super tranquila e a cirurgia era o melhor a ser feito. No Campeonato Sul-Americano eu já não pude jogar por causa das dores. Logo depois começamos um tratamento conservador, que não deu resultado devido à repetição. Na Copa do Mundo, com a lesão do Dante, acabei jogando mais do que o esperado e o osso não aguentou e fraturou”, detalhou Giba.
No retorno do Japão, onde a seleção brasileira disputou a Copa do Mundo e garantiu a classificação para Londres, o jogador voltou a buscar tratamento para curar a periostite, uma inflamação na canela, e tomou a decisão de realizar a cirurgia.
“Na volta, tentamos o tratamento convencional para ver se eu conseguia jogar a Superliga. O osso estava consolidando, mas não o necessário para jogar a competição. E ainda podia ser arriscado para os Jogos Olímpicos. Então, sentamos para conversar e optei por operar com o Ney, que é meu médico de confiança”, explicou Giba.
ESTREANTE NA MESA DE CIRURGIA – Aos 35 anos e dono de um currículo invejável, conquistado ao longo de 20 anos de carreira, Giba atravessa, agora, um momento inédito: uma cirurgia.
“A maior lesão que eu tive foi no tornozelo, no Mundial de 98, quando pisei em cima da bola e acabei voltando para jogar. Tinha rompido os três ligamentos. Fiquei quase dois meses e meio parado. Tinha 22 anos e não foi preciso fazer a cirurgia porque eu me recuperaria rápido”, lembrou.
Outras duas lesões aconteceram, mas nenhuma com necessidade cirúrgica. “Antes da Olimpíada de Pequim/08, tive o mesmo entorse, e recuperei em um mês e meio. Uma vez, cogitamos uma cirurgia no ombro, mas também não foi preciso. E a primeira está sendo essa, aos 35 anos. Ainda bem”, brincou Giba. (cbv.com.br)



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