‘A Fantástica Baleia Engolidora de Circos’ chega ao Sesc
A impressionante história de uma baleia engolidora de circos. E a saga das três palhaças que foram lançadas goela abaixo e precisam sobreviver dentro da barriga da baleia. O espetáculo “A Fantástica Baleia Engolidora de Circos”, com uma surpreendente e hilária aventura contada totalmente sem palavras, chega ao Sesc São Carlos e será apresentada hoje, 27, a partir das 16h.
As três palhaças protagonistas da história são interpretadas por Mariana Rabelo, Érika Freitas e Raquel Theo. Segundo o diretor Álvaro Assad, “A Fantástica Baleia Engolidora de Circos” é um espetáculo que trabalha com a imaginação e possibilidade de levar o publico infantil e adulto a diversas leituras e sensações. “A peça não foi pensada como um espetáculo que levasse no seu processo uma mensagem direta e sim a abertura para o riso com o universo das clássicas piadas de circo. O imaginário e o humor são esses sim os pontos de encontro ao público”.
Para criar o espetáculo, a equipe da Companhia Frita levou onze meses para sua concepção. Assad conta como foi este processo de criação. “Foram dois meses de pesquisa e coletando ideias e motes ao roteiro. Depois de alinhavado o cerne principal, somaram-se mais nove meses de preparação com técnicas de mímica e precisão das cenas de palhaçaria. Foi um processo árduo, divertido e fantástico, afinal, dentro de uma baleia tudo poderia acontecer e um dos objetivos principais é fazer o público se divertir e ‘ver essa baleia’ com o trio de palhaças formado por Érika Freitas, Raquel Theo e eu Mariana Rabelo”.
A união da arte circense com o teatro se deu pela característica do diretor, Álvaro Assad, que trouxe junto com a dramaturgia elementos que são típicos teatrais como uma iluminação pontuada, feita por Aurélio Oliosi, cenário de Álvaro Assad, adereços de Oba Bonecos, coreografia de Cleyde de Souza e figurino de Raquel Theo em diálogo de concepção e música original de Joaquim de Paula, composta para o espetáculo através da pesquisa do universo das baleias.
“Cercadas desses elementos foi a hora das palhaças soltarem o humor e as cenas típicas de circo que fazem parte do imaginário. Cena do espelho, garrafas musicais, relação divertidamente conflituosa entre palhaços”, conta o diretor.
Assad completa: “Tivemos a oportunidade de ganhar o Prêmio Funarte Petrobrás Carequinha de Estímulo ao Circo em 2011, o que nos propiciou montar e estrear o espetáculo no Rio de Janeiro em março deste ano. Terminamos a temporada de 6 semanas no final de semana que passou e trouxemos a nossa baleia direto para São Carlos”.



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