“As redes são território sério”, afirma Gerente de Comunidade
Segundo Juliana Cimeno, Gerente de Comunidade de uma empresa na grande São Paulo, tem gente lutando para se encontrar nessa trama cibernética: “Muitas marcas ainda não entenderam que as redes são território sério, e ao invés de contratar um social media, mandam o filho, o sobrinho – qualquer pessoa da “nova geração” – fazer o trabalho. Alguns resultados são bem catastróficos, desde erros na escrita até ofensas diretas a clientes ‘mal educados’”,explica.
A também Gerente de Comunidades, Priscila Alves, afirma que as empresas “deveriam se comprometer e entender que essas plataformas são para pessoas, para interação, e se uma empresa cria uma página no Facebook por exemplo, é porque entende que as pessoas vão querer se relacionar, conversar com a marca da empresa”. E caso isso não aconteça, a ação “não passa de modismo”.
Juliana Cimeno afirma também que as diferentes redes sociais atraem públicos distintos: “O público do Twitter é bem específico: eles ainda têm paciência de ler. Portanto, conteúdos como notícias, matérias, textos de dicas, entre outros, são postados por lá. Já o público do Facebook é mais visual, e a página ganha uma cara de mural mesmo. Com avisos, fotos de eventos, coisas que o usuário possa bater os olhos e ‘curtir’”.
Segundo a profissional, as redes são “barateadoras” de campanhas publicitárias, ajudando no alcance de mais gente, “levando em consideração que esse público é mais engajado”, explica.



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