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IGP-M acumula índice de 28,64%

Taxa é inferior à observada na segunda prévia de janeiro (2,37%); queda foi puxada pelos preços no atacado e no varejo

19/02/2021 07h30 - Atualizado há 5 anos Publicado por: Redação
IGP-M acumula índice de 28,64% Foto: Marcello Casal Jr. / Agência Brasil

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel, registrou inflação de 2,29% na segunda prévia de fevereiro deste ano. A taxa é inferior à observada na segunda prévia de janeiro (2,37%). Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o IGP-M acumula taxa de inflação de 28,64% em 12 meses.

A queda foi puxada pelos preços no atacado e no varejo. A inflação do Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, caiu de 3,08% na prévia de janeiro para 2,98% na prévia de fevereiro.

Já a inflação do Índice de Preços ao Consumidor recuou de 0,42% na prévia de janeiro para 0,29% na prévia de fevereiro.

Por outro lado, o Índice Nacional de Custo da Construção teve alta, ao passar de 0,97% em janeiro para 1% em fevereiro.

IPC-S – O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) da segunda quadrissemana de fevereiro desacelerou a 0,35%, de 0,40% na quadrissemana anterior, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). Considerando a nova divulgação, o IPC-S acumulou alta de 5,22% nos últimos 12 meses e 0,62% neste ano.

Cinco das oito categorias que compõem o indicador apresentaram decréscimo nas suas taxas de variação. A mais relevante delas veio de Alimentação (1,02% para 0,57%), sob influência do item hortaliças e legumes (4,80% para 1,43%).

Também houve desaceleração em Educação, Leitura e Recreação (1,45% para 1,11%), Vestuário (0,19% para -0,31%), Despesas Diversas (0,30% para 0,25%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,22% para 0,19%). Nestes grupos, os destaques foram, respectivamente, cursos formais (4,76% para 3,17%), roupas (0,10% para -0,38%), clínica veterinária (0,74% para 0,26%) e médico, dentista e outros (0,66% para 0,65%).

No sentido oposto, houve aceleração nos grupos Habitação (-0,89% para -0,61%), Transportes (1,05% para 1,26%) e Comunicação (0,02% para 0,05%), sendo que os itens que mais pesaram foram tarifa de eletricidade residencial (-5,44% para -3,98%), gasolina (3,02% para 3,64%) e mensalidade para TV por assinatura (-0,34% para -0,17%).

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) perdeu tração em cinco das sete capitais pesquisadas na segunda quadrissemana de fevereiro. Houve desaceleração nas taxas de Brasília (0,36% para 0,25%), Belo Horizonte (0,25% para 0,11%), Recife (0,61% para 0,45%), Porto Alegre (0,50% para 0,36%) e São Paulo (0,41% para 0,39%).

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