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Bolsa tem leve crescimento, mas dólar segue instável

20/03/2020 00h02 - Atualizado há 6 anos Publicado por: Redação
Bolsa tem leve crescimento, mas dólar segue instável Foto: JF Diorio / Estadão

Em mais um dia de instabilidade durante a crise mundial, o Ibovespa conseguia se firmar em alta, renovando máximas nesta tarde, com os investidores à espera de novas medidas a serem anunciadas pelo Ministério da Economia. Ajudavam a sustentar a Bolsa, uma correção expressiva dos preços do petróleo no mercado internacional, depois de o governo dos EUA anunciar a compra de 30 milhões de barris da commodity, e um ajuste, mesmo que comedido, dos índices de ações em Nova York.
Enquanto isso, governos de estados também anunciavam algumas medidas para dar suporte às empresas neste momento em que o faturamento vai ser muito reduzido, como o do Rio de Janeiro que lançou linha de crédito de R$ 320 milhões aos micro e pequenos negócios.
No mercado de câmbio, às 17 horas, o dólar fazia ajuste para baixo frente ao real, cotado a R$ 5,1014 (-1,38%) depois que o BC anunciou, há pouco, mais um leilão à vista de dólares, em tarde de comportamento misto na comparação com outras moedas de emergentes.
Às 15h33, o Ibovespa subia 3,70%, na máxima, aos 69.372,56 pontos, com Petrobras ON ganhando 14,30% e o barril do WTI subindo 21,80%, cotado a US$ 24,73. Em Nova York, o Dow Jones ganhava 1,89%.
O câmbio e o mercado de ações estão seguindo o forte “sobe e desce” dos mercados das últimas semanas. Na quarta-feira, 18, o valor do encerramento foi de R$ 5,19, uma disparada, sendo o recorde de fechamento nominal desde o Plano Real – descontada a inflação. Desde segunda-feira, 16, o câmbio se mantém de maneira firme acima de R$ 5, flutuando, pontualmente, na casa de R$ 4,90. Mas apenas na quarta o patamar superior a R$ 5,15 foi atingido. 
O real tem se desvalorizado fortemente frente ao dólar em meio ao cenário caótico mundial, com Bolsas do mundo inteiro registrando fortíssimos momentos de “sobe e desce”, por conta da pandemia do novo coronavírus, causador da Covid-19. A moeda americana, para se ter uma ideia, já aumentou a cotação em quase 30% somente em 2020. No primeiro pregão do ano, no dia 02 de janeiro, o valor estava em R$ 4,01.

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