Dólar fecha em R$ 4,47 e nova marca recorde

O Ibovespa ensaiou se firmar acima dos 106 mil pontos, com
ganhos em torno de 0,5% na tarde de ontem (27), depois de cair mais de 2% no
período da manhã, mas voltou ao terreno negativo, com a piora dos índices de
ações em Nova York, em queda na casa de 2%, e especialmente do petróleo, com o
Brent recuando em torno de 3,5%.
Às 17h42, o principal índice da B3 cedia 1,36%, a 104.284,62 pontos, tendo
oscilado entre mínima de 103.222,72, pela manhã, e máxima a 106.656,32 pontos.
Depois de bater em R$ 4,50, o dólar diminuiu o ritmo de alta e fechou cotado a
R$ 4,4764, com alta de 0,79%.
A Bolsa brasileira chegou a acompanhar a melhora em Nova York, que reagiram a
comentários mais otimistas do Federal Reserve (Fed, o banco central americano.
“Obviamente estamos monitorando o coronavírus”, disse o presidente do
Fed de Chicago, Charles Evans. “Tendemos a pensar que efeito econômico do
coronavírus será temporário.”
Na Europa, a presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde,
minimizou as chances de a instituição realizar uma resposta imediata ao avanço
do coronavírus. A dirigente disse que o surto ainda não está em uma fase em que
tenha efeitos duradouros na inflação.
No noticiário corporativo, a Starbucks reabriu centenas de lojas na China que
tinham sido fechadas em função do surto da doença.
O Santander informou que o presidente do banco no Brasil, Sergio Rial, foi
indicado para fazer
parte do Conselho de Administração global do grupo espanhol, o que impulsionou
os papéis do banco.
Na quarta-feira, 26, a Bolsa recuou 7% e a moeda americana se aproximou de R$
4,45 e terminou o pregão com valorização de 1,11% no mercado à vista, em novo
recorde, cotado a R$ 4,4413, num movimento limitado pelos leilões de dólar
anunciados pelo Banco Central.



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