Black Friday deve registrar alta de 10,5% nas vendas

O varejo deve movimentar R$ 3,67 bilhões em vendas na Black
Friday deste ano, o maior faturamento em uma década, calculou a Confederação
Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Se confirmada a
previsão, as vendas terão aumento de 10,5%, o que representa 6,8% a mais em
relação ao ano passado, descontada a inflação do período.
Os produtos com as maiores chances de descontos efetivos são calças masculinas,
fornos de micro-ondas, pulseiras smartbands, guarda-roupas e telefones
celulares ou smartphones, porque são itens que registraram a menor elevação de
preços nos últimos 40 dias de pesquisa da CNC – encerrada no último dia 15.
Para chegar ao resultado, foram coletados diariamente mais de dois mil preços
em sites de busca.
Os eletroeletrônicos e itens de utilidades domésticas deverão ser os destaques,
com R$ 929,4 milhões em vendas no período de liquidações, seguidos pelos ramos
de hiper e supermercados (R$ 899,3 milhões) e de móveis e eletrodomésticos (R$
845,5 milhões)
Segundo um levantamento da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), 89%
dos entrevistados estavam dispostos a gastar mais dinheiro neste ano do que na
edição de 2018. O tíquete médio também subiu: a intenção média de gastos é de
R$ 1.334, quase R$ 50 a mais que em 2018 (R$ 1.283).



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