IPC-S sobe 0,25% na 3ª quadrissemana de novembro, afirma FGV

O
Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) acelerou 0,25% na
terceira quadrissemana de novembro, 0,15 ponto porcentual acima da
taxa da divulgação anterior (0,10%), informou nesta segunda-feira,
25, a Fundação Getulio Vargas (FGV).
Sete das oito classes de
despesa pesquisadas tiveram aumento nas suas taxas de variação. A
maior alta partiu do grupo de Habitação (0,04% para 0,23%), puxado
pela variação de tarifa de eletricidade residencial (-0,47% para
0,88%). Com a alta das carnes bovinas (2,79% para 4,37%), o grupo de
Alimentação abandonou a deflação e registrou variação positiva
(-0,10% para 0,06%).
Também registraram alta Despesas Diversas
(1,03% para 1,98%), puxado pelo aumento de jogo lotérico (6,39% para
15,26%); Educação, Leitura e Recreação (0,06% para 0,29%), com
contribuição de passagem aérea (-0,07% para 5,42%); Transportes
(0,17% para 0,23%), por causa da alta de automóvel novo (0,09% para
0,26%); Comunicação (-0,07% para 0,01%), puxada pela mensalidade
para internet (-0,52% para -0,13%); e Vestuário (0,25% para 0,30%),
puxado por calçados (-0,12% para 0,0%).
Por outro lado, teve
queda na taxa o grupo de Saúde e Cuidados Pessoais (0,28% para
0,26%), influenciado pela variação do item aparelhos
médico-odontológicos (0,48% para 0,15%).
Influências
individuais
Além
do jogo lotérico e da tarifa de eletricidade residencial, puxaram a
inflação medida pelo IPC-S para cima o plano e seguro de saúde
(estável em 0,56%), gasolina (0,50% para 0,66%) e alcatra (4,31%
para 7,35%).
Na outra ponta, pressionaram o índice para baixo o
tomate (-9,19% para -13,86%), cebola (-22,74% para -19,11%), batata
inglesa (-7,95% para -10,51%), leite tipo longa vida (-2,28% para
-2,41%) e mamão papaia (-13,07% para -8,82%).



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